sexta-feira, 19 de outubro de 2007
Acompanhamento dos Portfolios de Aprendizagens
Hoje estava on line verificandos portfolios de aprendizagens das dez alunas que estou acompanhando na Interdisciplina do Seminário Integrador III foi gratificante a leitura da postagens das alunas, pois as quais são a evidência da minha argumentação sobre como posso tentar definir um conceito de aprendizagem. Acredito que a aprendizagem é um processo de mudança de comportamento obtido através da experiência construída por fatores neurológicos , emocionais e ambientais. Então através dos portfolios pode-se compreender que a educação é construída pelo sujeito da aprendizagem, pois neste ambiente onde os alunos relatam seus aprendizados prevalecem a resignificação dos sujeitos, assim caracterizando construção de novos conhecimentos e atitudes significativas da vida de cada um dos alunos. Estou aprendendo que a Educação como problematização e produção própria dos alunos exige sujeitos capazes de fazerem história própria e assim ensina saber pensar.
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Portfolios de Aprendizagens dos alunos
segunda-feira, 1 de outubro de 2007
Evidência e Argumentação
Filme: Doze Homens e Uma Sentença
As discussões são sempre interessantes, vamos entrando cada vez mais na história e acabamos por tomar partido igualmente com os jurados: ou torce pela inocência do rapaz, ou pela culpa, ou fica confuso... O impossível é ficar indiferente ao roteiro bem escrito, curioso e inteligente. E os contra-argumentos são usados de maneira precisa e sem parecerem extremamente sentimentais ou moralistas demais, como por exemplo, um jurado, para defender sua posição, utiliza-se de um argumento, depois, outro jurado utiliza-se do mesmo argumento para defender a inocência do rapaz. O mesmo jurado que havia utilizado primeiro o argumento, levanta-se e bravo, diz que esse tipo de coisa não deve ser levada em consideração. Mas, ao invés do personagem de Fonda ir e pronunciar o contra-argumento, ele só olha de um jeito irônico para o outro jurado, que prontamente faz um olhar de perdido no mundo e pronuncia a frase isso não quer dizer nada.
O filme mostra os fatores críticos envolvidos no processo decisório, evidenciando como as pessoas trazem para o grupo e para a tomada de decisão seus padrões, condicionamentos e história de vida. Também evidencia as diferenças individuais que levam as pessoas a, na análise de um mesmo fato, visualizarem diferentes ângulos e verdades; e analisa a capacidade e características do processo de negociação entre as evidências e argumentações, como por exemplo, discutiu-se sobre o tempo (evidência) em que o trem levava para passar, provocando um imenso barulho (evidência), capaz o suficiente de impedir (argumentação) que uma das testemunhas pudesse assegurar, com certeza, que realmente ouviu ser a voz do réu ameaçar o próprio pai de morte.
Texto escrito por Elisabete e Sheila.
As discussões são sempre interessantes, vamos entrando cada vez mais na história e acabamos por tomar partido igualmente com os jurados: ou torce pela inocência do rapaz, ou pela culpa, ou fica confuso... O impossível é ficar indiferente ao roteiro bem escrito, curioso e inteligente. E os contra-argumentos são usados de maneira precisa e sem parecerem extremamente sentimentais ou moralistas demais, como por exemplo, um jurado, para defender sua posição, utiliza-se de um argumento, depois, outro jurado utiliza-se do mesmo argumento para defender a inocência do rapaz. O mesmo jurado que havia utilizado primeiro o argumento, levanta-se e bravo, diz que esse tipo de coisa não deve ser levada em consideração. Mas, ao invés do personagem de Fonda ir e pronunciar o contra-argumento, ele só olha de um jeito irônico para o outro jurado, que prontamente faz um olhar de perdido no mundo e pronuncia a frase isso não quer dizer nada.
O filme mostra os fatores críticos envolvidos no processo decisório, evidenciando como as pessoas trazem para o grupo e para a tomada de decisão seus padrões, condicionamentos e história de vida. Também evidencia as diferenças individuais que levam as pessoas a, na análise de um mesmo fato, visualizarem diferentes ângulos e verdades; e analisa a capacidade e características do processo de negociação entre as evidências e argumentações, como por exemplo, discutiu-se sobre o tempo (evidência) em que o trem levava para passar, provocando um imenso barulho (evidência), capaz o suficiente de impedir (argumentação) que uma das testemunhas pudesse assegurar, com certeza, que realmente ouviu ser a voz do réu ameaçar o próprio pai de morte.
Texto escrito por Elisabete e Sheila.
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