domingo, 23 de dezembro de 2007

Reflexão dos comentários

Achei interessante a proposta da atividade solicitada pelo Leonardo,pois a construção de critérios nos facilita a descrição da linguagem coloquial que vamos utilizar nos comentários das postagens dos alunos.

Comentários das duas postagens por Sheila Hahn Camara

Três Critérios:
1- Linguagem coloquial
2- Argumentações e Evidências das aprendizagens
3- Abordagem teórica

1- Comentário para primeira postagem:
Oi, colega!
Através da descrição dos seus aprendizados pode- se perceber o quanto a aula de teatro foi importante para você. Argumentou e evidenciou sua nova aprendizagem em relação a prática do teatro. Sugiro leituras , enfim um aprofundamento teórico sobre teatro para articular teoria-prática, pois te facilitará a construção de novas aprendizagens sobre o assunto. Um abraço, Sheila

2- Comentário para segunda postagem:
Oi, colega!
Percebe-se através da descrição dos seus aprendizados sua preocupação com a teoria e a prática da tutoria em EAD. E isto é importante, pois é necessário fomentar o desenvolvimento de pesquisas relacionadas à formação e atuação dos tutores envolvidos na práticas atuais de EaD para qualificar cada vez mais o desenvolvimento da construção da aprendizagem dos alunos e o acompanhamento desse processo. Relatou sobre diferentes teoria e o seu aperfeiçoamento na prática, mas gostaria que exemplificasse como desenvolveu estas novas aprendizagens com propósito de facilitar-lhe uma reflexão sobre a sua prática. Um abraço, Sheila.


Na primeira postagem percebe-se que a tutora argumentou e evidenciou suas novas aprendizagens em relação a prática do teatro, utilizando-se de uma linguagem coloquial clara e coerente, porém necessita ter mais embasamento teórico para construir novas aprendizagens em relação a teoria x prática sobre o teatro.

Na segunda postagem percebe-se o comprometimento da tutora em relação a atuação dos tutores, argumentou sobre a interatividade da teoria x prática e a atitude reflexiva frente à resolução de problemas de práticas pedagógicas e tecnológicas. Utilizou-se de uma linguagem coloquial coerente e argumentou suas novas aprendizagens, mas poderia ter evidenciado, exemplificado melhor seus aprendizados.

quarta-feira, 21 de novembro de 2007

Síntese -Fórum

Foi muito interessante a leitura sobre o Acompanhamento Docente em EAD. Refletindo sobre o enfoque construtivista e compreendendo que a EAD é vista como uma modalidade educativa que pode proporcionar a formação continuada do professor, tutor e aluno visando a interatividade e a atitude reflexiva frente à resolução de problemas de práticas pedagógicas e tecnológicas. E assim como nossas reflexões entre teoria e prática sobre os TICs estão constantemente sendo ressignificadas, como tutora de pólo, em relação a prática da tutoria em EAD penso que é, nesse momento, uma das mais relevantes a ser estudada e abordada, uma vez que a observação de alguns processos de formação, via EAD, vem apontando a atuação do tutor como decisiva para o sucesso da iniciativa e permanência do aluno até o final do curso, “sendo necessário a utilização de uma linguagem coloquial e afetiva, que permite romper com o tratamento formal para ir ao encontro do outro e deixar-se afetar por ele, fazendo-o sentir-se próximo e acolhido, apesar da distância física e da ausência do contato face a face com os professores.”
Assim é necessário fomentar o desenvolvimento de pesquisas relacionadas à formação e atuação dos profissionais envolvidos na práticas atuais de EaD para qualificar cada vez mais o desenvolvimento da construção da aprendizagem dos alunos e o acompanhamento desse processo. Um abração!

segunda-feira, 19 de novembro de 2007

Visita à Bienal

A visita à Bienal com os alunos foi muito significativa, pois pude perceber a necessidade e a importância do tutor ter essa atuação mais abrangente, ou seja, essa mediação entre tutores, alunos e professores contribuiu para a criação de mecanismos de aprendizagem diferenciada, atendendo aos princípios da interdisciplinaridade do curso. Ficou claro que participando do processo de ensino-aprendizagem como sujeitos críticos e co-autores do fazer pedagógico, desenvolve-se uma aprendizagem baseada num saber fazer onde a socialização do conhecimento passa pela pesquisa como elemento indispensável à prática de ensino. Assim através da cultura, da socialização, da interação, enfim dos novos aprendizados desenvolvidos na visita a Bienal, aprendi que pode-se fazer uma integração destes conhecimentos para a construção de uma educação a distância mais atraente e eficaz. Por meio da pesquisa como metodologia para o aprendizado professores x turores x alunos constroem um saber articulado à realidade, fazendo a indissociabilidade teoria-prática da construção do conhecimento.

sexta-feira, 19 de outubro de 2007

Acompanhamento dos Portfolios de Aprendizagens

Hoje estava on line verificandos portfolios de aprendizagens das dez alunas que estou acompanhando na Interdisciplina do Seminário Integrador III foi gratificante a leitura da postagens das alunas, pois as quais são a evidência da minha argumentação sobre como posso tentar definir um conceito de aprendizagem. Acredito que a aprendizagem é um processo de mudança de comportamento obtido através da experiência construída por fatores neurológicos , emocionais e ambientais. Então através dos portfolios pode-se compreender que a educação é construída pelo sujeito da aprendizagem, pois neste ambiente onde os alunos relatam seus aprendizados prevalecem a resignificação dos sujeitos, assim caracterizando construção de novos conhecimentos e atitudes significativas da vida de cada um dos alunos. Estou aprendendo que a Educação como problematização e produção própria dos alunos exige sujeitos capazes de fazerem história própria e assim ensina saber pensar.

segunda-feira, 1 de outubro de 2007

Evidência e Argumentação

Filme: Doze Homens e Uma Sentença

As discussões são sempre interessantes, vamos entrando cada vez mais na história e acabamos por tomar partido igualmente com os jurados: ou torce pela inocência do rapaz, ou pela culpa, ou fica confuso... O impossível é ficar indiferente ao roteiro bem escrito, curioso e inteligente. E os contra-argumentos são usados de maneira precisa e sem parecerem extremamente sentimentais ou moralistas demais, como por exemplo, um jurado, para defender sua posição, utiliza-se de um argumento, depois, outro jurado utiliza-se do mesmo argumento para defender a inocência do rapaz. O mesmo jurado que havia utilizado primeiro o argumento, levanta-se e bravo, diz que esse tipo de coisa não deve ser levada em consideração. Mas, ao invés do personagem de Fonda ir e pronunciar o contra-argumento, ele só olha de um jeito irônico para o outro jurado, que prontamente faz um olhar de perdido no mundo e pronuncia a frase “ isso não quer dizer nada”.
O filme mostra os fatores críticos envolvidos no processo decisório, evidenciando como as pessoas trazem para o grupo e para a tomada de decisão seus padrões, condicionamentos e história de vida. Também evidencia as diferenças individuais que levam as pessoas a, na análise de um mesmo fato, visualizarem diferentes ângulos e verdades; e analisa a capacidade e características do processo de negociação entre as evidências e argumentações, como por exemplo, discutiu-se sobre o tempo (evidência) em que o trem levava para passar, provocando um imenso barulho (evidência), capaz o suficiente de impedir (argumentação) que uma das testemunhas pudesse assegurar, com certeza, que realmente ouviu ser a voz do réu ameaçar o próprio pai de morte.
Texto escrito por Elisabete e Sheila.